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Dr. Victor Campos: Vascular em SP

Laser para vasinhos e escleroterapia: entenda esta poderosa combinação para eliminar vasinhos

O laser para vasinhos é uma das dúvidas mais frequentes no consultório de um cirurgião vascular. Por isso, vale entender suas diferenças em relação à escleroterapia. 

Embora ambos tratem pequenos vasos aparentes, cada técnica atende a perfis diferentes.

Além disso, nenhum tratamento deve começar sem investigar a causa dos vasinhos, o que gera melhores resultados.

Em resumo:

  • Laser e escleroterapia agem de formas distintas e, em alguns casos, podem se complementar.
  • Estudos mostram eficácia semelhante entre as técnicas, com diferenças em dor, pigmentação e tipo de vaso.
  • O ultrassom com Doppler orienta a escolha e ajuda a evitar tratamentos incompletos.

Laser para vasinhos: como o tratamento funciona

O laser para vasinhos emite energia na forma de luz que é absorvida pelo sangue, fechando o vaso. 

Na prática, o tratamento de vasinhos a laser costuma ser considerado para vasos muito finos, para áreas de difícil acesso e para quem tem medo de agulhas. Além disso, o procedimento é feito no consultório. 

Por outro lado, a sensação de calor ou picada pode incomodar, o que é amenizado com o resfriador de pele, que tem efeito analgésico.

Para entender melhor quando o laser é indicado e quais cuidados são importantes, veja também o artigo Tratamento de vasinhos a laser: como funciona e para quem é indicado.

Escleroterapia: a aplicação para vasinhos que complementa o laser

A escleroterapia consiste injeção de uma substância que irrita a parede do vaso e provoca seu fechamento.

Entre as opções, estão a glicose e o polidocanol, escolhidos conforme o calibre e o perfil do paciente. 

Como a agulha alcança o vaso, a técnica também pode tratar veias nutridoras, que muitas vezes alimentam os vasinhos. Por isso, o cirurgião vascular costuma combinar escleroterapia e laser.

Contudo, existe um risco baixo de manchas, hematomas leves ou pequenos vasos novos e o acompanhamento ajuda a lidar com isso.

Para conhecer outras possibilidades de tratamento, confira também o artigo Fique por dentro do que há de mais moderno no tratamento de varizes.

Qual escolher? Depende do perfil

  • Vasos muito finos ou medo de agulha: o laser tende a ser uma boa opção.
  • Vasos maiores ou com veia nutridora: a escleroterapia costuma ser mais indicada.
  • Quadro misto: a combinação das duas técnicas pode ser uma boa opção, após avaliação.

Seção exclusiva: o que o Doppler revela antes do laser

Muitos tratam o vasinho como um problema estético, mas nem sempre é assim. Em alguns pacientes, os vasinhos se ligam a veias nutridoras, invisíveis a olho nu. 

Por isso, no consultório do Dr. Victor Campos, eu realizo o ultrassom com Doppler durante a consulta. 

O exame mostra o caminho do sangue e indica se tratar apenas a superfície seria suficiente. 

Dessa forma, o plano fica individualizado e você evita sessões desnecessárias.

Erros comuns e boas práticas

  • Buscar o laser sem avaliação vascular prévia
  • Escolher pelo aparelho ou pelo preço e não pelo diagnóstico
  • Abandonar as sessões combinadas antes do tempo
  • Expor a pele ao sol sem proteção após o procedimento

Além disso, dor, inchaço, pele escurecida ou feridas nas pernas merecem avaliação, pois podem indicar doença venosa.

Laser para vasinhos com avaliação individual: meu compromisso

Em resumo, o laser para vasinhos pode ser um bom aliado, mas só faz sentido após um diagnóstico correto. 

Sou o Dr. Victor Campos, Cirurgião Vascular e Endovascular, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular e doutorando no HC-FMUSP. 

Atendo em meu consultório em frente ao Hospital Sírio-Libanês, onde disponho de aparelho de Ultrassom e Laser.

Ofereço escleroterapia, V-ERASER e laser transdérmico, sempre com plano individualizado, pois o bem-estar do paciente é minha prioridade. 

Então, clique aqui e agende sua consulta pelo site e confira outros conteúdos úteis em Artigos e Novidades!

FAQ – Perguntas frequentes sobre laser para vasinhos

O laser para vasinhos dói?

Costuma causar calor ou picadas, o que é minimizado com o resfriador de pele, que tem efeito anestésico.

Quantas sessões são necessárias?

Depende da quantidade e do calibre dos vasos. Em geral, é preciso mais de uma sessão.

Os vasinhos podem voltar?

Novos vasos podem surgir com o tempo, pois a predisposição genética não se altera. Por isso, o acompanhamento anual é muito importante.

Posso combinar laser e escleroterapia?

Na maioria dos casos, sim, mas a decisão depende da avaliação clínica e do Doppler.

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